Segunda derrota brasileira na Libertadores: Once Caldas 2 x 1 São Paulo

February 26, 2010

Não adiantou o gol histórico de Rogério Ceni. O São Paulo foi dominado pelo Onde Caldas e acabou derrotado na Copa Libertadores.

O clube do Morumbi, que viajou ao país vizinho sem Ricardo Gomes, por conta de um problema de saúde, soma três pontos e é o segundo colocado, à frente do Monterrey no saldo de gols. É a segunda derrota para o Once Caldas no estádio Palogrande – em 2004, os colombianos eliminaram o time tricolor nas semifinais.

Rogério Ceni ao marcar o gol São Paulino se isolou como o maior artilheiro do São Paulo na história da Libertadores. O goleiro balançou a rede pela 11ª vez no torneio continental e superou Pedro Rocha, Muller e Palhinha, que anotaram 10 gols no século passado.

Apesar de atuar fora de casa, os brasileiros tomaram a iniciativa de sair para o ataque nos minutos iniciais. Entretanto, pecavam nos passes e na finalização. Na defesa, Miranda, Xandão & Cia neutralizavam bem os atacantes rivais.

Aos 32min, Jean sofreu falta a alguns metros da meia-lua. Rogério Ceni partiu para a cobrança e criou-se a expectativa para ele virar o recordista de gols com a camisa tricolor. Ele não pegou tão bem na bola, mas houve um desvio na barreira, e o goleiro Martinez ficou sem reação.

Atrás no placar, o atual campeão colombiano passou a atacar mais. Já nos acréscimos, desperdiçou sua melhor oportunidade, quando Rogério Ceni espalmou um chute de Moreno.

O cenário mudou no segundo tempo. O São Paulo voltou mal do intervalo e passou a sofrer uma pressão do Once Caldas. Aos 4min, Marcelinho Paraíba vacilou no campo de defesa e perdeu a bola. Vélez cruzou na área e Uribe empatou de cabeça.

Dois minutos depois, o mesmo Uribe quase virou o placar ao acertar o travessão. O primeiro bom avanço são-paulino ocorreu somente aos 15min, quando Hernanes chegou à linha de fundo e cruzou na área. Washington deu um leve toque, mas a bola desviou e sai para escanteio.

O Once Caldas continuou melhor, até que aos 26min Moreno fez bela jogada individual, passou por Jean e Miranda, invadiu a área e bateu cruzado no canto: 2 a 1.

O time do técnico interino Milton Cruz buscou o empate, entretanto não conseguiu superar Martínez e retorna ao Brasil com o primeiro revés na edição de 2010 da Libertadores.

ONCE CALDAS 2 X 1 SÃO PAULO

Once Caldas
Luis Martínez; Iván Vélez, Oswaldo Vizcarrondo, Alexis Enríquez e Luis Núñez; John Valencia, Diego Arias e Jaime Castrillón (Cárdenas); Dayro Moreno, Fernando Uribe (Amaya) e Dany Santoya (Baena)
Técnico: Juan Carlos Osório

São Paulo
Rogério Ceni, Cicinho, Xandão, Miranda e Jorge Wagner; Jean, Richarlyson, Hernanes e Cleber Santana; Marcelinho Paraíba (Rodrigo Souto) e Washington
Técnico: Milton Cruz

Data: 25/02/2010, quinta-feira
Local: estádio Palogrande, em Manizales (Colômbia)
Árbitro: Pablo Pozo (CHI)
Auxiliares: Patrício Basualto e Julio Diaz (CHI)
Gols: Rogério Ceni (SP), aos 33min do primeiro tempo; Uribe (OC), aos 4min, Moreno, aos do segundo tempo
Cartões amarelos: Enríquez, Moreno (OC)

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Após susto, Cruzeiro goleia Colo-Colo e reage na Libertadores

February 25, 2010

Depois de encontrar dificuldade no primeiro tempo e ser ameaçado pelo adversário, o Cruzeiro deslanchou na etapa final e goleou o Colo-Colo, por 4 a 1, nesta quarta-feira, no Mineirão, e reabilitou-se na Copa Libertadores. O time mineiro somou os três primeiros pontos e assumiu a vice-liderança do grupo 7, superando o time chileno nos saldo de gols.

O Cruzeiro, que estreou na fase de grupos com derrota para o Vélez Sarsfield por 2 a 0, conseguiu reagir diante da torcida.

Assim que a bola rolou no Mineirão, o Cruzeiro partiu para cima do adversário e conseguiu abriu aos 7min. Thiago Ribeiro recebeu de Henrique na área e chutou cruzado, sem chance para o goleiro Prieto. O Colo-Colo não se entregou e passou a jogar nos contra-ataques, com perigo.

Aos 14min, Miralles teve a chance de empatar a partida, mas desperdiçou uma oportunidade frente a frente com o goleiro Fábio. O Cruzeiro manteve o ritmo e criou chance para ampliar, como aos 19min, em que Thiago Ribeiro quase marcou o segundo, depois de se livrar o marcador e bater para a defesa de Prieto.

Na metade do primeiro tempo, o Cruzeiro sofreu uma baixa. O volante Elicarlos reclamou de uma contusão na perna esquerda e não conseguiu permanecer em campo. Adilson Batista optou por Pedro Ken para substituí-lo.

Aos 36min, o Colo-Colo chegou ao empate. Depois de vacilo do lateral Jonathan pela direita, os chilenos roubaram a bola e Miralles cruzou para Paredes, livre na área, só tocar para o gol de Fábio, que nada pôde fazer no lance.

No segundo tempo, o Cruzeiro partiu para a pressão, mas enfrentou forte marcação do time chileno, que saía apenas nos contra-ataques. Aos 12min, o Colo-Colo ficou com um jogador a menos. Olate recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso.

Três minutos depois, o Cruzeiro voltou a pular à frente no placar. O árbitro colombiano Oscar Ruiz marcou pênalti de Magalhães, que acabara de entrar, em Leonardo Silva. Kléber cobrou e marcou. O goleiro Prieto ainda tocou na bola, mas não evitou o gol celeste.

Na metade do segundo tempo, o Colo-Colo ficou com dois jogadores a menos, com a expulsão de Cereceda, que havia recebido o cartão amarelo ainda na primeira etapa.

O Cruzeiro aproveitou a vantagem e partiu para cima do adversário. Aos 23min, Pedro Ken pega uma sobra na área, gira e chuta para ampliar. Três minutos depois, Kléber voltou a marcar de pênalti, sofrido pelo próprio atacante em lance com Millar.

CRUZEIRO 4 X 1 COLO-COLO

CRUZEIRO
Fábio; Jonathan, Leonardo Silva, Thiago Heleno e Diego Renan; Elicarlos (Pedro Ken), Henrique (Bernardo), Marquinhos Paraná e Roger (Wellington Paulista); Kléber e Thiago Ribeiro
Técnico: Adilson Batista

COLO-COLO
Prieto; Olate, Scotti, Toro e Roberto Cereceda; Meléndez, Aránguiz, Millar e Macnelly Torres (Magalhães); Paredes (Sanhueza) e Miralles
Técnico: Hugo Tocalli

Data: 24/2/2010 (quarta-feira)
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Óscar Ruiz (COL)
Auxiliares: Abraham González (COL) e Humberto Clavijo (COL)
Público: 32.927 pagantes
Renda: R$ 783.826,25
Cartões amarelos: Olate (2), Scotti, Roberto Cereceda (2), Magalhães, Sanhueza (Colo-Colo); Thiago Ribeiro, Henrique, Marquinhos Paraná (Cruzeiro)
Cartões vermelhos: Olate, Cereceda (Colo-Colo)
Gols: Thiago Ribeiro, aos 7min, Paredes, aos 36min do primeiro tempo; Kléber, aos 16min, Pedro Ken, aos 23min, Kléber, aos 26min do segundo tempo


Sem brilho, mas com grande atuação de Léo Moura, Fla vence na estreia

February 25, 2010

O primeiro tempo não foi dos melhores, mas, com uma grande atuação de Léo Moura e com considerável melhora no segundo tempo, o Flamengo não teve grandes dificuldades para vencer o Universidad Católica por 2 a 0, nesta quarta-feira, no Maracanã, na estreia do time na Copa Libertadores da América. Com o resultado, o time brasileiro chegou aos três pontos no Grupo 8 da competição. Léo Moura e Adriano marcaram para o time da casa. Foi o segundo triunfo do clube carioca em estreias na competição. A primeira foi em 1984 quando bateu o Santos.

A missão do Flamengo de obter uma vitória logo na sua estreia da Copa Libertadores ficou extremamente complicada logo aos dois minutos. Willians deixou o antebraço no rosto de Martinez. Após consultar o assistente, Carlos Amarilla expulsou o meio-campo.

Porém, o Rubro-Negro, que tentava se ajustar com um a menos, abriu o marcador logo aos dez minutos. Léo Moura cobrou falta com maestria e abriu o placar para delírio do discreto público que estava no Maracanã.

“O Zico veio ver o jogo e ele sempre me dá sorte. Me inspirei nele nessa cobrança e a bola entrou no ângulo. Essa falta ele assinaria”, brincou Leonardo Moura após o jogo.

Após o gol, uma pressão natural do time visitante foi ensaiada. Contudo, com Kleberson e Vagner Love voltando um pouco mais para o setor defensivo,o Flamengo se fechava bem e Marcelo Lomba não tinha grande trabalho.

Essa tranquilidade foi até os 39 minutos quando Diaz acertou a bola no travessão de Marcelo Lomba. Na sequência, Mirosevic pisou Toró e foi expulso pelo árbitro paraguaio. Com isso, o Rubro-Negro descia para o vestiário com o mesmo número de atletas que o adversário.

Sem modificações para a etapa final, o Flamengo chegou muito perto de ampliar com o arremate de Vinícius Pacheco. Principal peça no ataque do time carioca, Léo Moura, aos 13 minutos, deu passe precioso para Adriano tocar na saída de Garce e, praticamente, assegurar a vitória brasileira.

O gol deu uma tranqüilidade gigantesca ao Flamengo, que passou a ser ainda mais o senhor da partida. Do outro lado, o time do Chile seguia sem dar grande trabalho a Marcelo Lomba, que era um “espectador privilegiado” do confronto.

Aos 37, Vagner Love foi derrubado na área e o pênalti foi marcado. O atacante teve a chance de se consagrar, mas jogou a oportunidade por cima do gol adversário. Porém, a vitória já estava assegurada e o resultado consumado a favor do Flamengo.

FLAMENGO 2 X 0 UNIVERSIDAD CATÓLICA-CHI

Flamengo
Marcelo Lomba; Léo Moura (Everton Silva), Álvaro, Fabrício e Juan; Toró, Willians, Kleberson e Vinícius Pacheco (Fernando); Vagner Love (Petkovic) e Adriano
Técnico: Andrade

Universidad Católica-CHI
Garces; Ponce, Fuentes, Martinez; Valenzueal, Henríquez (Mena), Francisco Silva, Diáz e Toloza (Mannnara); Mirosevic e Morales (Vranjican)
Técnico: Marco Antonio Figueroa

Data: 24/2/2010 (quarta-feira)
Local: Maracanã (Rio de Janeiro)
Árbitro: Carlos Amarilla (PAR)
Auxiliares: Nicolás Yegros e Emigdio Ruiz Roa (Ambos do PAR)
Cartões amarelos: Vagner Love (Flamengo) Francisco Silva, Ponce (Universidad)
Cartões vermelhos: Willians(Flamengo), aos dois, Mirosevic (Universidad), aos 42 minutos do primeiro tempo
Gols: Léo Moura, aos dez minutos do primeiro tempo; Adriano, aos 13 minutos do segundo tempo


Uma estréia dura, mas com vitória.

February 25, 2010

Ontem o Corinthians estreou na Libertadores. Não foi um jogo bonito de se ver, mas o time mostrou que esta empenhado e que quer realmente ir longe nessa Libertadores.

O Racing veio com uma proposta de jogo que todos já esperavam, um time fechado e pronto para utilizar o contra-ataque e as bolas paradas a todo o momento. E foi de uma bola parada que surgiu o gol do time uruguaio. Em meio a uma fumaça intensa que cobria o Pacaembu, o Racing abriu o placar logo no inicio da partida.

Desespero, irritação, nervosismo, falta de raciocínio? Não! Sobrou a experiência dos atletas Corinthianos sub-36. O Corinthians se recompôs, não desistiu do esquema tático e foi para cima. Não deu outra… Tcheco deu um passo magistral para Elias concluir e empatar o jogo.

No intervalo do jogo, Mano sacou Defederico e colocou Souza. A alteração era estranha, já que Souza é substituto de Ronaldo. Mas Mano mexeu bem. O time do Racing continuava atrás da linha da bola, e obrigava Ronaldo a sair da área para tentar armar alguma coisa. Com Souza na equipe, Ronaldo poderia continuar saindo da área, mas agora o Corinthians sempre teria alguém lá na frente para preocupar a defesa do Racing. Mano mexeu bem, e Souza, que esta vivendo seu melhor momento no Corinthians, deu um passe para deixar de novo Elias na cara do gol, e o Corinthians virar.

Depois do gol, o jogo acabou. O Racing com um a menos não podia fazer nada, e o Corinthians só tocou a bola.

Não foi uma estréia impressionante, o Corinthians ainda tem muita coisa para resolver e arrumar. Mas serviu para tirar o peso da estréia, e preparar o time para futuras zebras. Também acho que Ronaldo tem que entrar mais no time, e disputar até o clássico de Domingo contra o Santos, pois o Fenômeno saiu de campo reclamando de falta de entrosamento com o time, já que esteve 1 mês fora e o estilo de jogo da equipe mudou.


Com Ronaldo, Corinthians inicia sonho da inédita Libertadores contra Racing

February 24, 2010

Elias, Jorge Henrique e Ronaldo são os destaques do Corinthians na estreia desta quarta, em casa

Matéria da UOL

O dia tão esperado chegou. Há mais de sete meses aguardando a disputa da Libertadores no ano do seu centenário, o Corinthians começa a viver para valer o torneio às 21h50 desta quarta-feira, diante do Racing (URU), no Pacaembu. Agora, a ansiedade dará lugar à pressão e às cobranças. Os jogadores asseguram estar preparados. Cansaram de esperar.

O Corinthians começa sua oitava participação na Libertadores como uma das principais forças da competição. A presença de Ronaldo e Roberto Carlos, a base montada há dois anos, o trabalho de Mano Menezes e o planejamento dirigido especialmente para o torneio aumentam a expectativa sobre o time e o favoritismo alvinegro.

O termo favoritismo, porém, passa longe do elenco. Ao menos publicamente, Mano e os jogadores refutam o rótulo. Assim como a palavra obsessão é combatida com veemência pelo departamento de futebol. Se o marketing reforça com frequência a obsessão, os responsáveis diretos pelos resultados não gostam da denominação.

“Independentemente da importância da competição, estamos ali para jogar futebol, para nos divertirmos. Temos que entrar sem esse peso, sem essa obsessão, sem essa pressão externa que está se criando para o Corinthians na Libertadores”, recomendou Ronaldo.

O camisa 9, inclusive, exemplifica a importância do torneio para o clube. Afastado da equipe desde o dia 27 de janeiro, quando sofreu lesão muscular na coxa direita durante o empate por 1 a 1 com o Mirassol, o atacante teve todo seu planejamento de retorno guiado pela Libertadores. Ele reforça a equipe após seis jogos fora.

No último sábado, Mano preservou quase todos os titulares. Daqueles que têm vaga cativa na equipe, apenas Alessandro e William participaram do empate sem gols com o Rio Branco, pelo Paulistão, na Arena Barueri. Mas nesta quarta-feira será diferente.

Após dez rodadas do Estadual acompanhando times mistos e modificações constantes nas escalações, a torcida poderá ver a equipe principal em campo contra o Racing. Danilo é o único desfalque da formação considerada ideal. Já Ronaldo, Roberto Carlos, Jorge Henrique, Elias e companhia estão confirmados.

O ânimo dos torcedores é grande. A Libertadores elevou a euforia alvinegra. Marcados por eliminações traumáticas nas edições anteriores, os corintianos veem em 2010 uma chance real de título. Mais de 60 mil ingressos foram vendidos até janeiro para os três jogos em casa. Para a estreia, restam apenas sete mil entradas, todas de cadeira especial laranja (R$ 300). Só chegaram às bilheterias as entradas que custavam entre R$ 200 e R$ 500. As demais se esgotaram rapidamente.

Mano e os jogadores esperam um Pacaembu lotado e junto com o time. O fator casa é fundamental, argumentam. “Precisamos impor nosso ritmo, mas da maneira correta, sem deixar o adversário contra-atacar. Em casa é preciso ter calma para vencer e o torcedor estará do nosso lado”, disse Mano, que pediu o Corinthians sufocando o rival. “O importante é ter noção da nossa qualidade e partir para cima desde o começo”, completou Ronaldo.

Em sua primeira participação na Libertadores, o Racing também poupou titulares na última rodada do Campeonato Uruguaio e perdeu por 3 a 0 para o Cerrito. A equipe de Juan Verzeri não tem conseguido atingir um bom desempenho e ocupa a modesta 11ª colocação, com seis pontos ganhos em cinco jogos. O destaque é o jovem meia Matías Mirabaje. O principal atacante é Néstor Silva.

CORINTHIANS X RACING

Data: 24/02/2010, quarta-feira
Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Raúl Orosco (BOL)
Auxiliares: Jorge Calderón (BOL) e Juan Arroyo (BOL)

Corinthians
Felipe; Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Elias, Tcheco e Jorge Henrique; Defederico (Iarley) e Ronaldo
Técnico: Mano Menezes

Racing
Contreras; Brasesco, Hernández, Pallás e Tejera; Vega, Ostolaza, Flores e Matías Mirabaje; Néstor Silva e Quiñónes
Técnico: Juan José Verzeri


É Hoje o Primeiro Tempo do Grande Duelo!

June 24, 2009

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Ambas entraram na competição sulamericana como favoritas e ambas confirmam seus favoritismos até o momento.

Na minha opinião, o Cruzeiro tem mais time e tem demonstrado isso em campo. Porém, sempre quando se trata de mata-a-mata, a superioridade do Grêmio diante dos demais clubes brasileiros é histórica.

Chamado de clube copeiro, acredito que o tricolor gaúcho é um time mais competitivo.

Porém, por outro lado, temos uma equipe mais técnica e com talentos individuais que podem desequilibrar a qualquer momento.

Meu palpite para hoje é Cruzeiro 2 x 0 Grêmio.

Vocês concordam?

 

Um abraço